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A zona da Fajã Grande – Fajãzinha constitui uma das mais belas paisagens litorais dos Açores. Pela extensa parede verdejante que bordeja esta zona desenvolvem-se quase duas dezenas de imponentes quedas de água, com destaque para a da Ribeira Grande, que se despenha num salto de 300 metros. Na base da escarpa existem diversas massas de água permanentes, como é o caso do Poço do Bacalhau ou o Poço da Alagoinha, também conhecido como Lagoa dos Patos. Uma caminhada até à escarpa permite apreciar de perto as cascatas e o cenário montado pela Natureza, que é um convite à contemplação e a um banho retemperador. O cinzento-escuro da rocha, o verde luxuriante da vegetação, o branco enérgico da espuma de água e o azul cristalino da poça, entrelaçam-se para compor uma visão prodigiosa.

A Fajã Grande e a Fajãzinha são uma ampla zona costeira constituída por fajãs lávicas e detríticas, contígua ao planalto central e separada deste por uma longa arriba fóssil com cerca de 300 metros de altura. Inúmeras linhas de água escorrem pela arriba formando impressionantes quedas de água e diversos poços e uma lagoa na base.

Corvo Discovery sld

O Caldeirão é o principal elemento paisagístico da ilha e resultou do colapso do topo do vulcão central do Corvo. Esta caldeira vulcânica tem uma forma elíptica, com um diâmetro máximo de 2,3 quilómetros e profundidade de 305 metros. O seu interior é ocupado por uma lagoa pouco profunda e por vários cones vulcânicos de pequena dimensão que recortam a massa de água e que muitos dizem delinear o desenho das ilhas açorianas. Do miradouro do Caldeirão é possível observar esta vasta depressão vulcânica e desfrutar da calma silenciosa que caracteriza este remoto ponto da Europa.

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Tem o nome de um dos seus primeiros povoadores.Terá sido o primeiro local habitado na Ilha. Nesta fajã existem caprinos a viver em estado selvagem.

Rocha dos Bordões

Um dos monumentos naturais mais famosos dos Açores, a Rocha dos Bordões consiste num conjunto de grandes colunas verticais de basalto. A disjunção prismática assemelha-se a um gigantesco órgão de tubos e surge destacada no topo de uma elevação. Localmente revestida de musgos, líquenes e outra vegetação, a pedra basáltica apresenta cambiantes vários ao longo do dia e implora uma espécie de regresso continuado ao local.